quinta-feira, 25 de julho de 2013

Destino - México !!

Estamos muito felizes neste momento (e cheios de sono =p ...)

A Turista depois dá novidades =)!!






Aproveitem as ferias =) !

Artista

terça-feira, 23 de julho de 2013

Cartaz Essencial #19

Homem de Aço de Zack Snyder
Man of Steel


Este não é verdadeiramente o Super Homem que nós conhecemos mas sim o "Homem de Aço". Através deste filme Zack Snyder tentou acabar com o "folclore" criado à volta desta personagem tentando ao mesmo tempo conferir-lhe traços mais credíveis ou reais, a nível ilustrativo e entre muitas outras coisas, a cabine telefónica e as cuecas vermelhas desapareceram.

Não vou contar o filme mas devo dizer que fiquei com a sensação de que não está bem balanceado e acaba por apressar algumas cenas em detrimento de outras.

A personagem Lois Lane é pouco explorada sendo que após duas horas e meia de filme esta continua a ser para nós uma perfeita desconhecida. Seguindo esta lógica a relação entre Lois e Clark (aka "Super Homem") parece demasiado desvalorizada, superficial ou mesmo artificial.

Ok até este ponto percebo, a verdade é que a história tal como as intenções são boas, no entanto quiseram contar muito em pouco tempo (dadas as circunstancias) e seria impossível desenvolver tudo livremente num único filme.

Terão sido demasiado gananciosos ou terá mesmo sido uma questão de equilíbrio? Será que não podiam ter explorado algumas das cenas na provável sequela? 
São perguntas às quais provavelmente não vou obter resposta mas que gostaria de nunca ter colocado à partida.

Enfim, depois disto tudo devo dizer que gostei do filme, bastante até, no entanto não é um daqueles filmes capaz de criar aquela envolvência que todos procuramos quando vamos ao cinema.

Admitamos, nós vamos ao cinema para ficar-mos rendidos, para nos sentir-mos inebriados antes das luzes acenderem, os créditos passarem e ser-mos despertados do nosso nirvana cinematográfico pelas vassouras que arrastam as pipocas na sua passagem! Uma maneira demasiado filosófica para dizer que tal não aconteceu com este filme =p!

Mas são duas horas e meia de bom entretenimento, carregado de uma acção explosiva que vai surpreender qualquer um! Alem disso ver Russell Crowe e Kevin Costner como pai e pai adoptivo do Super Homem, respectivamente, é razão suficiente ir ao cinema). 

Resumindo, é frustrante, o filme é bom mas na minha opinião poderia ter sido melhor!!! No entanto fiquei com curiosidade para ver a prevista sequela do Super Homem (perdão "HOMEM DE AÇO").

Sim eu vi um camião da "Lexcorp" empresa do vilão Lex Luthor numa das cenas de acção , alem disso há já a confirmação do encontro entre Clark e Wane ou Super Homem e Batman no próximo filme!

De mal o menos, espero que o Batman salve o "Homem de Aço" e não o contrário.

Agora vamos aproveitar estes dias de verão!!

Bons Filmes!

Artista

quinta-feira, 18 de julho de 2013

São tão bons, não foram?

É pena uma pessoa acabar de saber da existência de uma boa banda nacional e depois perceber que estão para acabar...

Enfim, ficam as musicas e os vídeos que são absolutamente geniais.
Ouçam que vale a pena!


Ah e aproveitem o Verão =) !!

Feromona - Sábado à Tarde


Feromona - Selvagem Tosco


Artista

domingo, 16 de junho de 2013

Cartaz Essencial #18

"Jackie Brown" de Quentin Tarantino



Mais um filme de Tarantino…

Este de 1997 e como tal mais preso às lógicas “old school” da sua arte, com isto quero dizer que Jackie Brown está mais ligado a filmes como “Pulp Fiction” ou “Reservoir Dogs” do que aos seus trabalhos mais recentes “Kill Bill” “Inglorious Bastards” ou “Django (filmes de maior orçamento).

A verdade é que os filmes de Quentin Tarantino ganham vida própria, têm o seu próprio caracter apesar de todos eles apresentarem traços semelhantes (afinal partem da mão de um artista com um estilo bem vincado). Devo no entanto admitir que de todos eles este foi o que menos me agradou. Talvez por a disposição não ser a melhor, talvez por estar mal habituado, talvez por ter começado a ver o filme com sono…

A verdade é que Jackie Brown é um filme que exige muita atenção, exige concentração e acima de tudo exige paciência (não no sentido negativo uma vez que cria uma tenção positiva). Além disso apesar de ser um filme de “crime” a acção é quase nula e se esperam banhos de sangue e violência (exceptuando a verbal) desenganem-se!

No entanto a narrativa é genial, Tarantino é um “Storyteller” nato, concessiona uma ideia e munindo-se de um elenco escolhido a dedo (vejam!) materializa-a em fita de uma forma genial. Recorrendo a desagregações e repetições conta uma história complexa e ramificada de forma coerente e perceptível.

Resumindo, é um bom filme. Tarantino está lá, no entanto é uma versão soft, perspicaz e sóbria de Tarantino…

Não será a melhor escolha para quem quer descobrir o trabalho deste senhor mas é um filme obrigatório sem dívida!

Bons Filmes =)!

Artista

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Cartaz Essencial #17

"O Grande Gatsby" de Baz Luhrmann

"The Great Gatsby"



Parece que o crítico da revista "Empire" e eu vimos dois filmes completamente diferentes, digo isso pelo facto de este ter atribuído a classificação de duas estrelas (de 0 a 5) ao Grande Gatsby.

Este filme certamente não é para os puristas que esperam um retrato detalhado e fiel dos anos 30, não, e é verdade que pode pecar pelo exagero e que talvez tenha sido esse mesmo exagero a originar as más críticas...

Discordo delas mas percebo-as pois em certos pontos parece que os anos trinta e o século 21 se unem numa forma híbrida e estranha, um verdadeiro caleidoscópio de luz e cor "retro", eu pessoalmente adorei o conceito...

A montagem é interessante e vem ainda reforçar mais o dinamismo de algumas cenas (nomeadamente no inicio do filme), a banda sonora também é curiosa e de igual forma controversa uma vez que faz uso de músicas actuais, coisa que (tal como em Django) não agradou a todos.

Eu gostei do caminho escolhido pelo realizador Gaz Luhrmann, não se deve ter medo de experimentar coisas novas e um realizador enquanto artista que acredita na sua arte deve trazer a sua visão a publico, para o melhor ou para o pior.

O Filme Grande Gatsby parece ter dois momentos, um extremamente dinâmico, vibrante, cheio de cor e outro com um tom mais soturno, sóbrio no entanto cheio de emoções onde todo o mistério é desvendado e o drama se ramifica em direcções imprevistas. Não posso contar mais !!

É impressionante a forma como Leonardo DiCaprio interpretou Gatsby. Criou à volta dessa personagem uma personalidade tão vincada, tão rica, cheia de facetas e pequenas nuances que mesmo que o enredo do filme seja dúbio (como chega por vezes a ser) nos consegue prender ao ecrã prateado de forma religiosa.

Resumindo, gostei do do filme, não é um trabalho genial mas destaca-se tanto pela diferença como pelo facto de tentar trazer algo de novo. Vale a pena ver principalmente se forem fãs do Leonardo DiCaprio (e de certo que haverá muitas meninas por aí que o são xD).

DiCaprio, "old chap", conseguiste outra vez, és realmente o talento ignorado pela academia.

Bons Filmes (ou bons estudos =p).

Artista

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Indignação de um Português...

Ok, Portugal pode não ser perfeito, pode não ser a terra das oportunidades, no entanto é o meu país e custa imenso ouvir falar mal dele principalmente por pessoas ignorantes.

Isto tudo porque me cruzei com uma pagina na Internet,um fórum, no qual um turista falava mal da sua viagem a Portugal (de uma forma horrível e ofensiva), a partir daqui é o desenrolar de ignorância, preconceito, intolerância, fanatismo e insultos.

Se quiserem dar uma vista de olhos o título do post é:

"Portuguese people, lazy, rude, ugly, drug selling catlics".

E pode ser visto aqui: http://www.landoverbaptist.net/showthread.php?t=65005

O que mais me surpreendeu foi o facto de este fórum ser de uma igreja... É impressionante como as pessoas (que supostamente falam em nome de Deus) podem ser assim.

Atenção, eu não estou a falar mal de nenhuma religião nem quero ofender ninguém, mas é este nível de fanatismo que distorce o significado das religiões e que conduz à guerra!

É uma verdadeira luta entre Norte Americanos e Portugueses (que tentam defender o seu país) que se estende por 86 páginas onde podem ser lidas as coisas mais horríveis... 

Sinto-me enjoado com esta gente que pensa que é superior aos outros!!


Artista

domingo, 9 de junho de 2013